Resenha: A Menina Mais Fria de Coldtown – Holly Black

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A Menina Mais Fria de Coldtown

Autor: Holly Black
Editora: Novo Conceito
Gênero: Literatura Estrangeira
Páginas: 384
Pontuação: 🌺 🌺 🌺 🌺
Sinopse: No mundo de Tana existem cidades rodeadas por muros são as Coldtowns. Nelas, monstros que vivem no isolamento e seres humanos ocupam o mesmo espaço, em um decadente e sangrento embate entre predadores e presas. Depois que você ultrapassa os portões de uma Coldtown, nunca mais consegue sair. Em uma manhã, depois de uma festa banal, Tana acorda rodeada por cadáveres. Os outros sobreviventes do massacre são o seu insuportavelmente doce ex-namorado que foi infectado e que, portanto, representa uma ameaça e um rapaz misterioso que carrega um segredo terrível. Atormentada e determinada, Tana entra em uma corrida contra o relógio para salvar o seu pequeno grupo com o único recurso que ela conhece: atravessando o coração perverso e luxuoso da própria Coldtown.
A Menina Mais Fria de Coldtown, da aclamada Holly Black, é uma história única sobre fúria e vingança, culpa e horror, amor e ódio.”


A Menina Mais Fria de Coldtown me encantou logo de cara por tem uma capa, que aos meus olhos, é linda e marcante. Quando eu li a sinopse eu realmente não sabia o que iria encontrar dentro do livro, que rumo a historia iria tomar, o que realmente eram os monstros que viviam junto aos humanos e isso me deixou simplesmente animada nos primeiros capítulos, mas quando descobri que esses monstros eram vampiros eu realmente dei alguns passos para trás, não sou a maior fã desse tipo de criatura, se eu posso deixar de ler algo sobre vampiros eu deixo simplesmente não gosto, então digamos que minhas expectativas sobre o livro caíram em segundos, MAS antes que alguém venha aqui e atire mil pedras em mim, eu li o livro todo e não é que eu gostei? Então antes de começar a resenha de fato, quero não é porque um livro que aborda algo que você não gosta vai ser de logo ruim, então se deem uma chance.

Como a sinopse diz, as Coldtowns são cidades muradas para manter os vampiros e os “resfriados” (resfriados são os humanos que foram mordidos e que estão prestes a se tornarem vampiros, mas para se tornarem de fato, precisam de sangue humano para completar a transformação, mas há aqueles que lutam para não serem transformado e ficam 48 dias, se não me falha a memória, trancados, só para não se transformarem) dentro dela. Mas se vocês acham que os vampiros são odiados por tudo e todos, então enganados, os vampiros são celebridades dentro do universo do livro, e muitos adolescentes vão para as Coldtowns só para se tornarem “comida” deles, almejando um dia serem transformados em seres imortais. Dentro dessas Coldtowns é tudo televisionado e cheio de requinte, fazendo parecer uma cidade perfeita para se viver, mas não é isso que acontece quando nossos queridos personagens entram nessas Coldtowns.

A história começa com Tana acordando depois de ter ido a uma festa na fazenda dos pais de Lance e quando ela acorda, se depara com todos os amigos mortos exceto pelo Aidan, seu ex-namorado e pelo Graviel, um vampiro, que estão fechados em um quarto amarrados e amordaçados. Depois de tirar ambos daquela casa, e depois de Tana ser quase mordida por um vampiro, com Aidan com resfriado e com Graviel que é um vampiro, eles rumam aos portões de Coldtown para viveram lá e é ai que começa a história de fato, cheia de intrigas, ódios e brigas, distorcendo completamente a imagem que as Coldtowns passam na TV. E é onde fica aquele pensamento “o que será que vai acontecer?” Será que Tana vai se tornar uma vampira ou vai tentar manter sua humanidade, o que será que vai acontecer com Graviel assim que encontrar com quem ele está procurando? E Aidan vai realmente se transformar em vampiro?

Em A Menina Mais Fria de Coldtown quem mais me encantou na história foi Graviel e Aidan, os achei bem mais interessantes que a protagonista em si, achei Graviel bem mais construído que a Tana, talvez eu não tenha gostado dela, pelo fato dela estar sempre com medo de tudo, e isso vai do começo do livro até o fim, então isso realmente me incomodou. Mas uma das coisas que mais me irritaram no livro, com certeza foi o exagero nos detalhes e explicações.

É um livro muito bom, a narrativa é em terceira pessoa, dando destaque principalmente em Tana, achei a narrativa um pouco cansativa e às vezes até meio parada, pois querendo ou não ele é um livro de ação e muitas vezes não tinha nada acontecendo.

Mas para aqueles que amam histórias de vampiros, tenho certeza que vão amar A Menina Mais Fria de Coldtown, e até para aqueles que não gostam, também.

🌺 Página 348
“Todos nós acabamos nos sentindo atraídos por aquilo que tememos, atraídos para a busca de uma forma de nos colocar a salvo de alguma coisa rastejando para dentro dela, amando-a, tornando-nos aquilo que tememos.”
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